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07 agosto 2020

Reforma a dois

Agora que finalmente estamos os dois reformados chegou uma pandemia que nos retira a liberdade.
Os projetos de viagens, os passeios e até os os convívios com amigos ficaram adiados. O pior é que não há data, não há prespetiva de tempo para que tudo volte ao normal, isto se algum dia voltar a ficar tudo igual.
Também não há proximidade com a família, nem afetos ou brincadeiras maiores.


Mas com saúde e entendimento entre os dois vamos passando os dias felizes e brincalhões como sempre.
Os passeios pela nossa maravilhosa Serra da Arrábida mantêm-se e lá podemos tirar as "obrigatórias" máscaras e caminhar, trepar, fazer yoga ou merendar.


O Sol da nossa varanda, as plantações que faço na hortinha e as várias tarefas domésticas e lúdicas ocupam o nosso tempo e só precisamos de nos manter saudáveis.

Venha a vacina, venha a cura e venham os passeios.

09 setembro 2019

O doce sabor dos netos


Como sabe bem ao fim da tarde ir buscar  uma neta irrequieta e brincalhona, que nos faz atravessar o jardim saltitando de pedrinha em pedrinha.

É bom conversar ingenuamente sobre assuntos triviais e de ocasião. Ouvir as suas gargalhadas misturadas com o som dos pássaros, o cheiro de novas plantas e o calor do sol.
É o regresso à infância dos filhos, é ter tempo para recordar, reviver, apreciar...

Ter mais tempo para aproveitar o convívio dos netos, antes que cresçam à velocidade com que os filhos cresceram (e já cresceram tanto ... )

É bom apreciar as pequenas coisas, mas que são tão importantes e nos ajudam a manter um espírito mais brando e jovem.

É bom ter tempo, tempo para as pequenas grandes coisas da vida!

Companheirismo


E é assim entre brincadeiras e cumplicidades, intercaladas em afazeres domésticos e familiares que o tempo tem vindo a passar.

Corre rápido e preenchido, muito preenchido, mas com muito amor e companheirismo.

Feliz que assim seja !

03 janeiro 2018

A lei da gravidade e a falta de juízo


Pois é!
Levamos a vida a repetir às crianças "cuidado para não caíres", "olha que ainda cais daí" e mais umas quantas expressões idêntica para as proteger dos perigos, mas quando aos 62 anos resolvo voltar a ser uma daquelas crianças endiabradas a coisa corre mal.

A um metro do chão fazer equilíbrio sobre um pau redondo e empoeirado não resulta.
A lei da gravidade tem muita força e o karma é tramado.
Um enorme trambolhão, uma mão em fanicos, costelas e joelhos doridos...

Aprendi alguma coisa? Acho que não porque no próximo desafio já me esqueci deste :)
Coisas simples, coisas minhas...
Alguns dos meus hábitos, das minhas ideias e descobertas